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Louis Kahn e a concepção teórica e ensino de projeto

Louis Kahn e o ensino de projeto no artigo de Marcos Favero

Quando Louis Kahn fala da “sala de correção”, no livro “Conversas com estudantes”, não há dúvidas da sua preocupação com o ensino, com o ambiente e com o cuidado que devemos ter com os alunos. A sala de aula (comum) pode ser como um Jackson Pollock, mas quando você vai para a sala de correção, não. Deveria haver algo maravilhoso naquele lugar. Um local onde se pode tomar um chá… uma sala que deve ser sempre simpática. Sempre um santuário, não uma sala onde você sente que será julgado. Simplesmente um quarto maravilhoso. O espaço sagrado da escola de arquitetura.

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As aparências em Arquitetura - Maria Lucia Malard

“Arquitetura, aparência, lugares e significados”

A obra é muito rica e interessante para estudantes que estão em processo de desenvolvimento do projeto Final de Graduação (TFG / TCC). É de extrema ajuda para àqueles que se encontram na etapa de dúvida (ou desespero) para a elaboração do seu projeto. O livro/ensaio provoca uma reflexão crítica sobre o entendimento das relações humanas com o espaço, bem como estimula os leitores a buscarem novas fontes de literatura sobre o tema, desenvolvendo assim um olhar mais apurado da arquitetura. RESENHA: Neste ensaio, a arquiteta e professora da UFMG Maria Lucia Malard, traz sua inquietação quanto a deficiência que existe nos currículos das universidades brasileiras sobre o ensino de projeto. Há uma grande dificuldade dos estudantes em não associar forma e conteúdo, ou seja, há uma desconexão entre o discurso/pensamento/intenção com o desenho/conteúdo/gesto que é proposto. Durante a leitura do livro, para além de estimular o leitor a desenvolver uma análise crítica socioespacial da arquitetura, a autora perpassa pelos movimentos/expressões arquitetônicas abordando as suas principais características e suas relações com o espaço, sociedade, forma e programa – desde o renascimento do século XIV de Brunelleschi até o desconstrutivismo do século XXI de Frank Gehry e Zaha Hadid. Um ponto importantíssimo que Malard aborda no início de seu ensaio é o cuidado em discorrer sobre o vínculo entre homem x espaço x tempo, e que há uma estrita relação com a arquitetura. Nesse capítulo pode-se traçar um paralelo com a literatura de Paulo Freire, que muito disserta sobre a as “(…) relações que o homem estabelece com o mundo(…) em que “(…)há também uma nota presente de criticidade. A capitação que faz dos dados objetivos de sua realidade, (…)é naturalmente crítica, e por isso reflexiva(…).¹   O livro, portanto, visa contribuir com a criação e formulação de uma análise crítica da arquitetura, trazendo exemplos práticos, para que possa evocar no leitor e estudante a amadurecer e construir conexões entre o discurso proferido (intenção; pensamento) com o projeto elaborado (gesto; desenho).  ¹FREIRE, P. Educação como prática de liberdade. 54ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2022. 56 p.  TÍTULO DO LIVRO: As aparências em Arquitetura  NOME DO AUTOR: Maria Lucia Malard    EDITORA: UFMG  ANO DE PUBLICAÇÃO: 1ª edição (1 janeiro 2006)  INTRODUÇÃO: Ao observarmos as cidades ocidentais, percebemos que dois grandes universos de formas – e significado -se definem perante os nossos olhos: o antigo e o moderno. O cidadão brasileiro comum, não versado na tratadística de Vitruvio, Alberti, Blondel e outros, não é capaz de perceber a diferença existente entre edifícios renascentistas, barrocos e neoclássicos. Entretanto, reconhece sem nenhuma dificuldade a diferença entre o que é “antigo” e o que é “moderno”. Se solicitado a fazê-lo, é perfeitamente capaz de separar imagens de edifícios antigos daquelas de edifícios modernos. Por outro lado, ficaria embaraçado se lhe fosse solicitado diferenciar, dentre aqueles que ele distinguiu como “antigos”, os que fossem clássicos, renascentistas, barrocos ou rococós. Também estaria em apuros para separar, dentre os designados como “modernos”, aqueles que fossem brutalistas, construtivistas ou, mais contemporaneamente, high-tech e desconstrutivistas. Talvez esse nosso cidadão os colocasse todos no mesmo saco e os chamasse apenas de “modernos”.    O que existe, então, de tão marcadamente diferente entre esses dois grandes conjuntos de aparências arquitetônicas, o antigo e o moderno? Seriam realmente dois conjuntos bem demarcados? O que existiria de tão parecido entre as manifestações arquitetônicas desde a Grécia antiga até o início do século XX? E o que haveria de tão similar entre os diversos “estilos” que o senso comum enquadra uma ruptura com tudo e o que veio antes?  Não se pretende, neste ensaio, encontrar respostas definitivas para essas questões, mesmo porque a exploração aprofundada de apenas uma delas já haveria de se constituir num trabalho de muito maior fôlego. O que se quer discutir – e sobretudo entender- é a importância que se dá às aparências quando se examina o objeto arquitetônico. A chegada da Arquitetura ao mundo visual se dá através de técnicas de representação gráfica ou de modelamento tridimensional, sejam elas operadas manualmente ou mediadas por computadores. Nesse momento, a Arquitetura é apenas uma imagem, uma representação daquilo que pode vir a ser. Sua existência se efetiva no instante em que ela passa a ser um edifício, um objeto presente no mundo, um artefato que tem um uso prático e apoia-se em técnicas construtivas.  Entretanto, o valor da Arquitetura – o conjunto de atributos que a tornam célebre – reside, na maioria absoluta dos casos, nos seus aspectos visuais: suas aparências. São as aparências – que alguns chamam de “forma”, outros de “plástica”, outros tantos de “configurações volumétricas” – que distinguem os edifícios e permitem-nos agrupá-los em estilos e tipologias como veremos adiante.   ONDE ACHAR: Amazon – Livraria da Travessa

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O espaço público na cidade contemporânea - Angelo Serpa 

Uma análise crítica dos espaços contemporâneos

No seu livro “O espaço público na cidade contemporânea” (2007), o professor Angelo Serpa nos traz uma visão critica desde suas percepções, vivências e estudos sobre o papel desempenhado dos espaços de uso público nas cidades na contemporâneidade, aplicadas no Brasil e no mundo. POST: Uma análise crítica dos espaços contemporâneos.  RESENHA: Geógrafo conceituado e professor da Universidade Federal da Bahia, Serpa em seu livro traz como objeto principal de sua análise os espaços públicos nas cidades atuais e como estes são vistos e geridos. Os conceitos e observações de sua pesquisa, podem ser facilmente inseridos em qualquer cidade do mundo contemporâneo, contudo para exemplificar e materializar sua crítica, apresenta como principais territórios, os espaços da cidade de Salvador no Brasil e a cidade de Viena, na Áustria, onde pôde desenvolver seu doutorado. O livro é resultado de uma inquietação particular do autor pela busca de respostas de sua pesquisa que foram formuladas e reformuladas durante seus estudos. Durante a leitura, Serpa define e sinaliza os conceitos que vão aparecendo e foca muito na crítica e potencialidades sobre o papel e o uso que os espaços públicos desempenham na atual situação em que nós, seres humanos vivemos, em uma agoniante e exaustiva reprodução dos ideais capitalistas, sem que nem os espaços de uso comum pudessem escapar de sua perversidade. Estruturado em nove capítulos, faz suas análises através das lentes determinadas pelo autor, que dão nome aos capítulos, como exemplo da “Acessibilidade”; “Valorização imobiliária”; “Turismo e espetacularização”, dentre outros. É um livro extremamente rico, que indaga o leitor a observar a paisagem do seu entorno, a se questionar mais e ampliar os olhares para a temática urbana.   TÍTULO DO LIVRO: O espaço público na cidade contemporânea  NOME DO AUTOR: Angelo Serpa  EDITORA: Editora Contexto  ANO DE PUBLICAÇÃO: 2020 (primeira publicação 2007)  ONDE ACHAR: Amazon

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Fenomenologia arquitetônica uma abordagem filosófica

A abordagem fenomenológica para questões arquitetônicas

David Seamon é uma figura proeminente no campo da fenomenologia arquitetônica. A fenomenologia arquitetônica é uma abordagem filosófica que enfatiza a experiência da arquitetura por meio da percepção e consciência humanas. Busca compreender como as pessoas interagem e percebem o ambiente construído, considerando aspectos como qualidades espaciais, experiências sensoriais, emoções e contextos culturais. Contribuiu significativamente para o desenvolvimento e popularização da fenomenologia arquitetônica. Seu trabalho frequentemente explora as maneiras pelas quais as pessoas se envolvem com o ambiente construído a nível sensorial e emocional. Ele escreveu extensivamente sobre tópicos relacionados à psicologia ambiental e arquitetônica, à fixação de lugares e aos aspectos experienciais do design.

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A Lógica Social do Espaço - Bill Hillier e Julienne Hanson

O espaço é função de formas de solidariedade social

Fazer uma resenha do livro “The Social Logic of Space” não é para qualquer um, considerando a complexidade do seu conteúdo e dos aspectos que ele aborda. Então, com a permissão do professor Frederico de Holanda, vou deixar aqui um trecho do seu artigo “Rótulos, ah! Os rótulos…” de 2019 onde ele faz uma análise muito mais aprofundada e coerente sobre o conteúdo do livro: “Começar pelo começo: eis o axioma central da Teoria da Lógica Social do Espaço (ou Teoria da Sintaxe Espacial, sua outra denominação, doravante SE), exposta com maior completude por primeiro em The social logic of space (1984, doravante SLS) que Bill assina com Julienne Hanson: o espaço é função de formas de solidariedade social, e seu duplo corolário: 1) as sociedades humanas não existem no éter, são um fenômeno concreto composto por corpos que se movimentam no espaço e no tempo, cujos padrões reconhecíveis (concentrações, dispersões) são constituídos no chão – o melhor termo – por 2) um sistema de barreiras e permeabilidades ao movimento dos corpos e de opacidades e transparências à sua mútua visão que já nasce social, pois, conscientemente ou não, o sistema implica classificar, juntar, separar, enfim ordenar corpos socialmente determinados (Hillier & Hanson, 1989). A SE delimita um campo de investigação da arquitetura que diz respeito ao modo de esta constituir sistemas de convívio; não refere outras dimensões, como a ambiental, a simbólica ou a estética. Por outro lado, o livro SLS é exemplo primoroso das relações entre teoria e história, ao ilustrar quão impossível é fazer teoria sem história, ou história sem teoria (se queremos fazê-las a sério, pelo menos em nosso campo – na física teórica são outros quinhentos): uma teoria sem história resume-se a conjecturas porventura poéticas, contudo alheias à realidade dos fatos; uma história sem teoria pode ser uma escrita ficcional pitoresca, mas escorrega facilmente para um relato desinteressante de datas, pessoas, eventos, lugares. A SE evita ambas as armadilhas.” Eu por minha parte, vou contribuir deixando aqui a tradução que fiz do Prefacio e da Introdução do livro, disponível no seguinte link. TÍTULO DO LIVRO:  A Lógica Social do Espaço NOME DO AUTOR: Bill Hillier, Julienne Hanson EDITORA: Cambridge University Press ANO DE PUBLICAÇÃO: 2003 PREFÁCIO: Por mais que possamos preferir discutir arquitetura em termos de estilos visuais, seus efeitos práticos de maior alcance não estão no nível das aparências, mas no nível do espaço. Dando aparência e forma ao nosso mundo material, a arquitetura estrutura o sistema do espaço em que vivemos e nos movemos. Na medida em que o faz, há uma relação direta – e não apenas simbólica – com a vida social, uma vez que fornece as pré-condições materiais para os padrões de movimento, encontro e evasão que são a realização material – bem como, às vezes, o gerador – das relações sociais. Nesse sentido, a arquitetura permeia nossa experiência cotidiana muito mais do que uma preocupação com suas propriedades visuais sugeriria. Mas, por mais penetrante que seja a experiência cotidiana, a relação entre espaço e vida social é certamente pouco compreendida. De fato, por muito tempo, foi tanto um quebra-cabeça quanto uma fonte de controvérsia nas ciências sociais. Parece ingênuo acreditar que a organização espacial através da forma arquitetônica possa ter um efeito determinante sobre as relações sociais, assim como acreditar que tal relação está totalmente ausente. Revisões recentes de pesquisas sociológicas na área (Michelson, 1976 [1]) não resolvem realmente a questão. Algumas influências limitadas de tais fatores espaciais generalizados como densidade às relações sociais podem acontecer, sujeitas a uma forte interação com variáveis sociológicas como a família (p. 92), homogeneidade (p. 192) e estilo de vida (p. 94). Mas pouco é dito sobre as maneiras pelas quais as decisões arquitetônicas estratégicas sobre a forma construída e a organização espacial podem ter consequências sociais. O enigma é agravado pela crença generalizada de que muitos ambientes modernos são “socialmente ruins”. Novamente, há uma tendência para discuti-las em termos de variáveis físicas simples e gerais, tais como a altura do edifício. No entanto, a inferência de que fatores espaciais mais fundamentais estão envolvidos é fortemente apoiada pela falha de esquemas recentes de baixa densidade e alta densidade para fornecer uma alternativa convincente após o fracasso da construção de moradias. Habitações modernas, de alto e baixo crescimento, têm em comum a inovação, fundamentalmente, na organização espacial, e ambas produzem, ao que parece, ambientes sem vida e desertos. Ficou claro que a falta de compreensão precisa da natureza da relação entre organização espacial e vida social é o principal obstáculo para um melhor design. O lugar óbvio para buscar tal entendimento está nas disciplinas que estão preocupadas com o efeito da vida social na organização espacial – como a organização espacial é, em certo sentido, um produto da estrutura social. Esta tem sido uma preocupação central para geógrafos, mais recentemente antropólogos (Lévi-Strauss, 1963; Bourdieu, 1973, 1977), sociólogos teóricos (Giddens, 1981) e arqueólogos (Ucko et al., 1972; Clarke, 1977; Renfrew, 1977; Hodder, 1978) tornaram-se conscientes da dimensão espacial em seu assunto, e sua importância para questões de morfologia social e estrutura. [2] Isso criou os primeiros estágios de uma nova literatura interdisciplinar sobre o estudo do espaço e da sociedade. O primeiro resultado dessa atenção, no entanto, tem sido mostrar quão pouco existe de efetiva teoria e metodologia na compreensão da relação sociedade-espaço, apesar de duas décadas ou mais da “revolução quantitativa”. Mas enquanto as disciplinas acadêmicas podem simplesmente lamentar a falta de teoria, para os arquitetos e planejadores o problema é mais premente, já que, do jeito como as coisas estão, não há possibilidade de que a teoria científica da relação entre sociedade e espaço ajude a entender o que deu errado com o desenho contemporâneo ou possa sugerir novas abordagens. ONDE ACHAR: Amazon

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Projeto arquitetônico: entre ideias e fazeres

Projeto arquitetônico: entre ideias e fazeres

Esta tese questiona o como compreendemos e discorremos acerca da criação em arquitetura e a compreensão do projeto como desenvolvimento. As principais conclusões às que chega o autor se baseiam nas críticas aos procedimentos prefigurativos da ideia e do método como ferramentas de projeto. Propondo o tema da criação arquitetônica a partir de que toda percepção e pensamento tem lugar a partir de uma perspectiva que é alterável, o trabalho se interessou pela compreensão do projeto como devir, como um “ser-em-movimento”. Segundo o autor, o trabalho procurou se legitimar por argumentação mais que por adequação onde as conclusões obtidas se referem acerca de possibilidades de existência. Para o autor o trabalho apresenta a possibilidade de que a elaboração de projetos seja compreendida como vinculada às seguintes noções articuladoras: o projeto como algo mais do que representação de uma coisa outra; o projeto como local de confluência de vetores diversos, não preestabelecidos, por vezes não precisos e ainda cambiantes; o arquiteto como local de confluência de vetores diversos, em substituição ao conceito humanista que supõe o homem como autônomo, autêntico e uno; o projeto como invenção e pesquisa; o projeto como percurso imprevisível e indeterminado; a construção do projeto como construção de conhecimento; o arquiteto como ordenador, mais do que como o agente determinador da forma; o projeto como resultante da vontade de processo mais do que dá vontade de forma; o projeto como equilíbrio entre movimentos de resistência, tentativa e cessão; a possibilidade de realinhamento de fala e prática do projeto; a área de atuação autônoma da teoria do projeto, desvinculada da teoria da arquitetura.

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Sobre o ensino do Projeto e o TFG de Arquitetura

Sobre o ensino do Projeto e o TFG de Arquitetura

No seu artigo “O ensino do projeto de arquitetura e urbanismo no final do curso: uma reflexão propositiva para os trabalhos finais de graduação” (2016), o professor Sergio Moacir Marques nos traz uma visão pessoal e alguns questionamentos, muito pertinentes desde o meu ponto de vista, sobre o ensino de projeto e as suas implicações no desenvolvimento e apresentação dos Trabalhos Finais de Graduação dos cursos de arquitetura e urbanismo no Brasil.

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Um Manifesto sobre o ensino da Arquitetura

Um Manifesto sobre o ensino da Arquitetura

Este artigo de Paulo Afonso Rheingantz, publicado em 2005, 18 anos atrás, continua relevante nos dias de hoje, principalmente quando apreciamos que a formação do arquiteto se mantem em crise pela falta de pesquisas relevantes sobre o ensino do projeto de arquitetura assim como pelo despreparo pedagógico dos professores que ministram as aulas de atelier. A abordagem do artigo passa pela definição do projeto de arquitetura, o seu ensino, fundamentados em Vygotsky para nos levar aos resultados obtidos no atelier de projeto, estruturado com base no método dialético. A nova proposta apresentada, nas palavras de Rheingantz, evidenciam o potencial da proposta da disciplina estruturada neste método, que apresentou conclusões como melhoria na dinâmica de aprendizado, autonomia dos alunos na conquista e construção do conhecimento, maior nível de complexidade na formulação das intenções e das posteriores tomadas de decisão durante o processo projetual, permitindo e estimulando a troca de experiências entre eles, conseguindo a formulação de propostas coerentes, criativas, inovadoras, portadoras de sentido e autônomas. No fim, um artigo motivador e animador sobre os desafios e possibilidades do ensino baseado em estratégias pedagógicas.

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Métodos de Pesquisa e Métodos de Projeto

Métodos de Pesquisa e Métodos de Projeto

Neste artigo, de Doris Kowaltowski e Daniel Moreira, é apresentado um levantamento sobre questões relativas ao processo de projeto em arquitetura, que ainda estão sem respostas e que são de relevância para o ensino do projeto. Quais são os Métodos de Pesquisa empregados nos estudos sobre o processo de projeto? Qual é a situação atual dos estudos sobre os Métodos de Projeto? São estas as questões que traz este artigo e que tenta nos dar uma ideia da situação atual das pesquisas e as experiencias realizadas na área e que são relevantes para construção do conhecimento em projeto. Ao mesmo tempo, são de grande utilidade para qualquer pesquisador, pois permite definir quais rumos ele pode seguir na sua pesquisa específica em arquitetura.

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