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A construção do lugar arquitetônico e a experiência do sujeito

A dissertação parte de uma questão interessante: como um espaço arquitetônico deixa de ser apenas um espaço físico e passa a se tornar um lugar cheio de significado para quem o vivencia? Para responder a isso, a autora investiga a relação entre arquitetura e habitar, analisando diferentes tipos de espaços e fatores como tempo, escala, contexto, função e movimento.Ao longo do trabalho, ela desenvolve o conceito de “lugarização”, definido como o processo pelo qual uma pessoa atribui sentido a um espaço. Esse processo acontece em três etapas: observação, contextualização e significação. A ideia é que cada indivíduo constrói uma interpretação própria da arquitetura a partir de suas experiências, valores e percepções. Dessa forma, o espaço deixa de ser apenas um conjunto de elementos físicos e passa a estabelecer uma relação significativa com quem o ocupa, respondendo às necessidades da vida humana.

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Ateliê Ca[Ó]tico – a observação direta do lugar e a interpretação visual dos espaços

A preocupação dos autores, dentro o âmbito acadêmico, diz respeito aos problemas que surgem durante as proposições arquitetônicas dos alunos, onde destacam a pouca vivência destes nos espaços públicos da cidade; a “preferência” por “ir” aos lugares em estudo por meio digital (Google  maps); o cada vez menor uso do recurso do desenho manual como instrumento/ferramenta de observação/discussão/projeto. Segundo os autores, como consequência desse tipo de práticas percebe-se uma certa superficialidade quanto a compreensão dos problemas, da dinâmica e da complexidade do espaço urbano, o que tem óbvios reflexos nas propostas desenvolvidas. 

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O Pátio Interno na composição arquitetônica

Neste artigo Alves e Cosenza nos apresentam um excelente resumo sobre as qualidades espaciais e perceptivas do pátio interno, como estratégia bioclimática, como lugar de encontro, como lugar privativo, como espaço de controle ou como lugar sagrado. Segundo os autores, uma característica sempre presente será a do espaço protegido, descoberto e com sentido circular, onde o homem poderá desenvolver as suas atividades ao ar livre, abraçado pelo edifício. Desde um ponto de vista funcional, cultural e paisagístico o pátio interno proporciona inúmeras possibilidade espaciais e de design arquitetônico para diferentes programas. Uma leitura que vale muito a pena.

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Lugar para o Projeto de TFG de Arquitetura

O que é o lugar arquitetônico?

Quando falamos em lugar arquitetônico, não estamos falando apenas de um espaço físico. Um lugar é um espaço que ganha significado porque é vivido, percebido e experimentado pelas pessoas. Em outras palavras: nem todo espaço é um lugar. Um espaço se torna um lugar quando estabelece uma relação com quem o utiliza. Projetar arquitetura, portanto, não significa apenas desenhar paredes, coberturas, circulações ou fachadas. Significa criar lugares capazes de acolher atividades, despertar sensações, facilitar encontros, construir memórias e produzir experiências. O arquiteto não projeta somente objetos; projeta situações de vida.

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Lugar do Sentido - Elisabete Rodrigues dos Reis

Recuperar o sentido do lugar

Neste artigo Elisabete Rodrigues dos Reis nos apresenta um excelente resumo da produção teórica do arquiteto norueguês Christian Norberg-Schulz, os seus aportes teóricos sobre o espaço existencial, teoria do lugar e a aplicação do método fenomenológico na análise da arquitetura e do ambiente arquitetura. O que significa compreender o lugar a partir da perspectiva da fenomenologia? Qual é a grande contribuição dos aportes teóricos desenvolvidos por Norberg-Schulz? Este artigo consegue uma síntese destes aspectos e nos convida a examinara a arquitetura de uma maneira existencial.

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