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Você sabe o que é o Partido em Arquitetura?

O que é o Partido Arquitetônico?

Entre todas as palavras que os estudantes de arquitetura escutam na faculdade, poucas geram tanta confusão quanto partido arquitetônico. Muita gente imagina que ele seja apenas um desenho inicial, um croqui bonito ou aquela primeira ideia que surge “do nada”. Mas não é isso. O partido é muito mais importante do que um simples esboço. Ele é o momento em que todo o pensamento arquitetônico começa a ganhar forma. Para entender isso, vale imaginar o projeto como uma sequência lógica de etapas.

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O Programa Arquitetônico como Enteléquia do Projeto

Isidro Suarez, arquiteto Tradução de Álvaro Letelier Hidalgo PARTE 1 Tentarei desenvolver minhas ideias sobre o Programa Arquitetural da maneira mais breve possível. Se vocês perceberem nas minhas expressões um tom categórico não pensem que se trata de uma posição dogmática, mas se, apesar de tudo, perceberem uma posição não “empiricista”, não condutivista, mas crítica, atribuam-na a minha convicção de que, sem fundamento ontológico não se pode abordar a arte como uma disciplina válida em si mesma, ou seja, sem metafísica não há possibilidade racional de apreender a arte como uma criação humana válida para outros seres humanos.

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Você sabe o que é Conceito em Arquitetura?

O que é um conceito arquitetônico, afinal? De maneira bem simples, um conceito é uma palavra ou uma frase que usamos para entender e interpretar a realidade. Pode ser algo como vermelho, amplo ou rápido, ou ainda expressões como “rua aberta”, “edifício alto” ou “azul contínuo”. Na arquitetura, o conceito precisa estar relacionado ao universo arquitetônico. Ele pode fazer referência a uma qualidade espacial, a um material, a uma forma de construir ou a uma tipologia. Alguns exemplos são:

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Novo canal no YouTube do Arquitechne

Olá galera Se você é estudante de arquitetura e tem dúvidas sobre conceito, partido, projetar, livros, profissão etc., ou está sofrendo pra levar a faculdade em frente e anda meio que perdido, este canal é pra vocêCriei este canal no YouTube para falar das coisas que ninguém te fala, aquelas que eu mesmo gostaria que tivessem me falado na faculdade. Então, se você estava procurando um espaço para falar de arquitetura, trocar ideias e lhe ajudar no seu passo pela faculdade não deixe de se inscrever no meu canal e vamos enfrentar esses desafios juntos! Em cada um dos vídeos abordaremos temas inéditos que vão te ajudar na tua passagem pela faculdade.Vamos falar, discutir e achar respostas a todas as perguntas que você se faz enquanto aluno do curso de arquitetura. O que vamos ter nos vídeos? Se ligue, toda quinta-feira teremos um vídeo novo.Inscreva-se

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Ensino e aprendizagem da disciplina projeto no curso de arquitetura

Neste artigo, de três engenheiros, procurou-se desvendar, por meio da pesquisa na literatura disponível, como é abordado o ensino de Projeto de Arquitetura nas universidades, destacando a busca por metodologias eficazes e o estado atual dessa prática pedagógica. Para os autores há uma transformação do ensino de Projeto de Arquitetura nas universidades, destacando a substituição da prática de simulação do ambiente de escritório em sala de aula por novas metodologias de ensino. Para eles há uma ênfase no processo de projeto em detrimento do produto final, refletida nos discursos dos professores. Contudo, persiste uma resistência dos docentes em sistematizar e organizar suas práticas de ensino. A falta de um método claro e eficaz para ensinar Projeto Arquitetônico é evidenciada, especialmente em disciplinas como o Projeto Arquitetônico, onde os professores enfrentam dúvidas sobre como abordar o ensino de forma efetiva. A importância da formação do professor na pós-graduação é ressaltada como um elemento crucial para a melhoria do ensino de projeto, destacando a necessidade de expandir e aprimorar os cursos de pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo. Os autores enfatizam a necessidade de discussões e debates para a escolha adequada das metodologias de ensino, onde o diálogo entre professores e alunos é ressaltado como fundamental para o aprendizado, enfatizando a importância da troca de experiências e conhecimentos no ateliê universitário.

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Teorias e métodos aplicados ao ensino do projeto de arquitetura

Neste artigo os autores descrevem a busca por novos métodos no exercício projetual com o objetivo de ampliar o domínio criativo do aluno e aumentar a presença da dimensão intuitiva no processo de aprendizagem. Essa abordagem visa aprofundar o envolvimento do aluno com o local de estudo, seja em projetos de paisagismo, edifícios ou urbanismo. Os métodos propostos, como a composição de planos e o devaneio, visam estimular a criatividade e a reflexão crítica sobre a cidade e seus contextos urbanos.

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Sobre Tectónica e a poética da construção

O texto aborda uma crítica à atual prática arquitetônica, destacando a perda do seu propósito original de atender às necessidades humanas básicas e de estar em harmonia com o ambiente. A arquitectura parece ter perdido o encanto de servir as humildes necessidades básicas do homem no sentido do “ser-no-mundo”. Ela afastou-se do intenso afecto pela matéria, enquanto objecto real da concretização da forma e da adaptabilidade intrínseca à sua condição física obrigatória. Parece que a evolução tecnológica cedeu, perante a mercantilização da cultura e deixou de gerir de modo equilibrado a reciprocidade da “logos da téchne” (edificação) e da “téchne do logos” (atribuição de significado), passando a gerir o objecto cenográfico. O edifício, na maioria dos casos, passou a ser a forma resultante do processo essencial de ocupação do espaço vago, na resposta a uma determinada obrigação funcional e de investimento financeiro.

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Ensino de arquitetura na perspectiva fenomenológica

Neste artigo dos professores Braga, Monteiro e Goto, e descrita a experiência pedagógica em uma disciplina do curso de arquitetura e urbanismo, cujo tema é “Fenomenologia e Arquitetura” a qual foi ministrada para alunos do nono período, de 2010 a 2014, com plano de ensino desenvolvido por dois psicólogos e um arquiteto e urbanista. Um dos pontos principais foi o da desconstrução e reconstrução do olhar dos alunos em relação ao espaço sob uma perspectiva interdisciplinar. Inicialmente, os alunos enfrentaram dificuldades conceituais e técnicas para compreender o lugar como fenômeno. Porém, atividades que privilegiaram a experiência direta permitiram uma abordagem inversa, partindo da vivência para a teorização e prática, conforme sugerido por Norberg-Schulz (2006). A partir de textos como o de Serres (1996) e Benjamin (2010), os alunos foram incentivados a descrever e desenhar lugares a partir de memórias e percepções sensoriais, o que os aproximou de uma compreensão mais imediata e ingênua do espaço.

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