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A17 – Projetistas complementares entram na concepção

ARTIGO 17/40 | MÓDULO 4 – ESTUDO PRELIMINAR A fachada foi aprovada, a sala tem um vão generoso e o cliente já imagina o resultado. Então chega a primeira conversa com o estrutural: a solução estudada pode exigir uma viga mais alta ou um apoio onde você desenhou uma esquadria.

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A16 – Seu projeto cabe no orçamento?

ARTIGO 16/40 | MÓDULO 4 – ESTUDO PRELIMINAR O cliente aprova o partido, se empolga com os espaços e começa a imaginar a obra pronta. Semanas depois, chega a estimativa de custo: construir aquilo exige muito mais do que ele pode investir. A conversa muda de tom. O que antes era uma escolha de projeto vira uma sequência de cortes, justificativas e revisões.

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A15 – Potencial construtivo: quanto projeto cabe no terreno?

ARTIGO 15/40 | MÓDULO 4 – ESTUDO PRELIMINAR A planta está funcionando. Os ambientes atendem ao cliente, a volumetria convence e o projeto parece encaminhado. Até alguém conferir as áreas e perceber que falta espaço para estacionamento, circulação e instalações. O terreno continua do mesmo tamanho. O projeto é que cresceu além das premissas.

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A14 – Como analisar a legislação antes de projetar

ARTIGO 14/40 | MÓDULO 4 – ESTUDO PRELIMINAR O cliente aprovou a proposta. Você já começou a discutir a estrutura. Até descobrir que o recuo lateral usado no desenho não vale para aquele lote. Meio metro parece pouco, mas pode obrigar você a reposicionar a escada, reduzir ambientes e rever instalações. A restrição já existia; o projeto avançou sem conhecê-la.

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A13 – Partido arquitetônico que sustenta o projeto

ARTIGO 13/40 | MÓDULO 4 – ESTUDO PRELIMINAR O cliente aprovou a volumetria. Você começa a desenvolver as plantas e descobre que a escada compromete a circulação, falta espaço para os reservatórios e os grandes vãos pressionam o orçamento. O desenho parecia resolvido, mas decisões capazes de reorganizar o edifício ainda estavam em aberto.

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A12 – O entorno também projeta: condicionantes que mudam o partido

ARTIGO 12/40 | MÓDULO 3 – CONHECENDO O TERRENO O terreno termina no limite do lote. O projeto, não. É comum começar a análise olhando topografia, orientação solar e ventos. O problema é quando a leitura para aí. Muitos condicionantes decisivos estão fora do lote — ou não aparecem em uma visita rápida: fluxos de pedestres, direção dos veículos, disponibilidade de esgoto, ruído, construções vizinhas, barreiras visuais, largura da via ou equipamentos urbanos próximos.

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A9 – Levantamento topográfico: muito além das curvas de nível

ARTIGO 9/40 | MÓDULO 3 – CONHECENDO O TERRENO Você recebe o levantamento topográfico, olha as curvas de nível e conclui: “o terreno é praticamente plano”. Parece suficiente. Até o projeto avançar e aparecer o que a leitura rápida não mostrou: a calçada está mais alta, o acesso de veículos pede outra inclinação, uma árvore interfere na implantação ou um poste ocupa a faixa prevista para a entrada.

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A3 – O projeto começa antes do desenho

ARTIGO 3/40 | MÓDULO 1 – ENTENDENDO O PROJETO EXECUTIVO Abertura: o projeto começa antes do croqui Existe uma cena quase ritual na arquitetura: o cliente chega, apresenta o terreno, explica o que deseja e, poucos dias depois, o arquiteto começa a desenhar. Parece natural. Afinal, foi para isso que contratamos o arquiteto, certo?

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